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Queremos Respeito?

Aprendi a origem da palavra Respeito. Fiquei maravilhada! Feito criança diante de um presente encantador. Primeiro escutei sobre isso de Dominic Barter. E fui ávida buscar um pouco mais. “Respeito” veio do latim “Respectus”, particípio passado de “Respicere”, ...

Mistério e poesia nos grupos

Os domínios do mistério prometem as mais belas experiências. (Albert Einstein)   Era uma vez um grupo… Que se encontrou com um coordenador competente e experiente e combinaram ter encontros… Que aconteceria nesses encontros? Mistério…! O grupo aceitou enfrentar os mistérios ...

RAIVA É EMOÇÃO (PARTE II)

APRENDENDO COM A RAIVA! Há que se ter cuidado para não agir sob o efeito do impulso gerado pela raiva. Podemos escolher aprender, usando essa emoção como pista sinalizadora em nossa trilha interna. A aprendizagem pode vir do profundo mergulho em nós. O que podemos fazer quando identificamos a ...

RAIVA É EMOÇÃO ( PARTE I)

JÁ SE DERAM CONTA DO QUANTO NEGAMOS QUE SENTIMOS RAIVA? Vejam algumas das expressões cotidianas que indicam quando a raiva está, no fundo, regendo nossos movimentos: “estou estressada”, “irritada”, “indignada”, “ressentida”, “revoltada”, “magoada”… É possível que se use tais expressões por não ...

A dimensão grupal da sala de aula

A sala de aula é um riquíssimo espaço de grupalidade. Nela identificamos diversas manifestações que retratam a vida de um grupo. Considero que um grupo existe quando ocorre simultaneamente o seguinte: pessoas; a possibilidade do contato face a face entre elas (“eu vejo todos e sou visto por ...

Casamento: o grupo conjugal

Segundo Lewin, casamento significa “vontade de partilhar atividades e situações que, de outra maneira, seriam mantidas estritamente privadas. […] Seu efeito combinado provoca uma das unidades sociais mais estritamente integradas”. Anton considera o casamento a relação mais íntima e ...

Normas grupais

“Qualquer ação frequentemente repetida torna-se moldada em um padrão que pode em seguida ser reproduzido com economia de esforço e que é apreendido pelo executante como tal padrão: o hábito.” ( in Berger e Luckmann ,1985, pg. 77). O hábito garante que uma atividade possa vir a ser executada no ...